O princípio da osmose reversa é o mesmo em qualquer escala: água empurrada por pressão através de uma membrana semipermeável, que retém sais dissolvidos, metais e a maior parte da carga microbiológica. O que muda de um sistema residencial para um industrial não é a física do processo, é tudo em volta dela.
Volume e vazão contínua
Um sistema residencial trata alguns litros por hora, geralmente sob demanda. Na indústria, o consumo costuma ser contínuo e em volume muito maior, o que exige membranas de maior área, bombas de pressão mais robustas e, na maioria dos casos, mais de uma membrana operando em paralelo.
Pré-tratamento é obrigatório, não opcional
Água bruta cheia de sedimento ou cloro destrói uma membrana de osmose reversa rápido. Em escala industrial, isso significa que o pré-tratamento (filtro de sedimento, carvão ativado, às vezes abrandamento) deixa de ser um detalhe e vira parte central do projeto, porque trocar uma membrana industrial sai bem mais caro do que trocar um cartucho comum.
Vida útil da membrana e manutenção
Quanto melhor o pré-tratamento, mais tempo a membrana dura. Sistemas industriais bem projetados costumam monitorar pressão e vazão continuamente, porque uma queda de desempenho geralmente indica incrustação ou fim de vida útil da membrana antes que ela pare de funcionar de vez.
Quem usa osmose reversa industrial
Indústria farmacêutica e cosmética, alimentícia e de bebidas, geração de vapor em caldeiras, e laboratórios que precisam de água de alta pureza como etapa anterior a um deionizador. Cada um desses processos tem uma exigência diferente de vazão e pureza final, e é isso que define o dimensionamento do sistema.
A Filter Inter monta sistemas de osmose reversa para uso industrial, comercial e residencial. Veja nossa linha de osmose reversa e deionização ou fale com um técnico para dimensionar o sistema certo para o seu volume de consumo.
Conteúdo revisado pela equipe técnica da Filterinter.



