Montar um sistema de filtragem industrial do zero costuma ser mais simples do que parece, desde que se pense em etapas, e não em um único equipamento que resolve tudo. Cada etapa remove um tipo de contaminante, e a ordem entre elas importa tanto quanto a escolha de cada peça.
Primeira etapa: sedimento
Antes de qualquer coisa mais fina, a água precisa perder partículas maiores, como areia e ferrugem. Um filtro de sedimento nessa posição protege todo o resto do sistema de saturar rápido demais.
Segunda etapa: cloro e compostos orgânicos
Um cartucho de carvão ativado remove cloro residual e boa parte do sabor e odor da água, e é essencial antes de qualquer membrana, já que cloro danifica membranas de osmose reversa com o tempo.
Terceira etapa: membrana, se o processo exigir
Quando o objetivo é remover sais dissolvidos, metais e microrganismos, entra um sistema de osmose reversa. Nem todo processo precisa dessa etapa: se o problema da água for só sedimento e cloro, parar nas duas primeiras etapas já resolve.
Quarta etapa: polimento final, quando a pureza exigida é muito alta
Laboratórios, indústria farmacêutica e caldeiras de alta pressão costumam precisar de um deionizador depois da membrana, removendo os últimos íons residuais que a osmose reversa sozinha não elimina.
O que muda de processo para processo
A ordem das etapas é praticamente a mesma em qualquer indústria, mas quantas delas você precisa, e o tamanho de cada uma, depende do volume de água e da pureza que o seu processo exige. Um sistema superdimensionado é dinheiro parado, um subdimensionado vira gargalo de produção.
Se você está planejando um sistema de filtragem industrial do zero, a equipe da Filter Inter ajuda a definir quais etapas o seu processo realmente precisa. Veja nossa linha completa de filtragem industrial ou fale com um técnico para montar o projeto certo para o seu caso.
Conteúdo revisado pela equipe técnica da Filterinter.



